Primeiro, tentou emplacar propostas de forte apelo popular, mas sem demonstrar como elas caberiam na realidade financeira e administrativa do Estado. Como essa estratégia não parece ter produzido o resultado esperado, e seu engajamento orgânico continua cerca de três vezes menor que o da governadora, o foco agora parece ter mudado para os ataques.
Os próprios números das publicações ajudam a entender essa escolha. Em um recorte de seis vídeos recentes, os três conteúdos centrados em Raquel somaram aproximadamente 90,9 mil curtidas. Já três publicações sobre agenda, campanha e imagem pessoal reuniram apenas 11,3 mil. Ou seja: falar da governadora virou uma tentativa evidente de gerar alcance.
Para isso, João recorre a histórias retiradas de contexto, insinuações e factóides pensados para render cortes e likes nas redes sociais. Parece até aquele personagem do “Pegue o Pombo”: cria uma nova armadilha a cada episódio, mas nunca consegue alcançar o objetivo.
Enquanto João tenta provocar, Raquel responde com fatos e segue trabalhando. No fim, ela sempre consegue sair intacta dessas provocações baixas, e ele permanece falando mais sobre a governadora do que sobre o Pernambuco que diz querer governar.








