A guerra pelo controle do Partido Liberal em Pernambuco deixa claro que o ex ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, não terá a legenda para disputa ao Senado Federal. O projeto do partido é ter o ex prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, como postulante ao cargo.
Anderson tem identidade com o partido, é próximo as lideranças nacionais, e tem o aval do próprio presidente nacional, Valdemar da Costa Neto. Para Gilson, só cabe o apoio do ex presidente Jair Bolsonaro, que ao longo de um processo desgastante, e uma prisão domiciliar, se mostra uma figura cada vez mais fora das decisões políticas.
E Gilson? Aliado de primeira hora de Bolsonaro, Gilson pode insistir na candidatura ao Senado, mesmo fora do PL. Pesa o fato do sanfoneiro ter que buscar abrigo em legendas pouco competitivas, mas se deseja a todos custo está na disputa, precisará arriscar.
O Partido Novo pode ser o destino. A sigla tem realizado uma montagem competitiva para 2026, tendo por todo o Brasil abandonado o discurso mais radical contra o uso do fundo partidário e as pré seleções de candidatos. Gilson pode ser benéfico para o novo momento do partido. E para o desabrigado Gilson, essa pode ser uma solução viável.








