Ao final desta quarta-feira (18) João Campos deixou definida sua chapa formada por ele e Carlos Costa (Republicanos) para seu vice, e Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) como candidatos ao senado.
Porém essa articulação escancarou a frágil fidelidade de João ao seus aliados, pois nessa jogada o atual prefeito do Recife deixou de fora um dos principais nomes que vinham flertando com o socialista, que era Miguel Coelho (União) e também o “mais cobiçado” candidato ao Senado, Eduardo da Fonte (PP) que aparentemente havia fechado o apoio com João na semana anterior.
Os candidatos ao senado do PSB, serão dois candidatos da esquerda pernambucana e que gerou enorme desconforto com o PT, pois o nome de Marília ao Senado, pulveriza os votos do PT a Humberto, pois Marília se auto declara como a candidata de Lula e aparece a frente nas pesquisas do petista.
Essa jogada de João Campos, mesmo com o mando de Lula, soou como traição a acordos feitos dentro do estado sobre o rumo do PT, nessa eleição, tanto é que não terá o partido no ato de divulgação da chapa nesta quinta-feira (19).
Outro traído foi da Fonte, que abandonou o projeto com Raquel para ir pra o colo do socialista, e nesse movimento ficou sem nada. Será essa a marca das articulações políticas do PSB? A traição.








