Na última semana, o presidente da república celebrou mais um ano de vida, chegando aos 80 anos de idade. Lula (PT) está em seu terceiro mandato como presidente 2003-2006, 2007-2010 e 2022-2026; e é necessário reconhecer seus feitos, especialmente no primeiro mandato, onde em sua gestão o país conseguiu atender consideravelmente as necessidades sociais de um país em pleno desenvolvimento, deixado por Fernando Henrique (PSDB), além de ter tirado o Brasil do mapa da fome e da miséria, e em 2008 ter segurado as pontas com a crise imobiliária dos EUA que afetou o restante das economias.
O petista articulou-se internacionalmente, acenando para o mercado em diversas oportunidades, consolidando o Brasil como um agente internacional na geopolítica. Entretanto, nem tudo são flores, ainda em 2005 o primeiro baque, o Mensalão, com um esquema de corrupção entre os parlamentares, antecedendo o maior escândalo de corrupção do país, protagonizado pela gestão petista, em 2014.
Na semana anterior em evento na Malaisa, o presidente em entrevista, afirmou disputar a reeleição em 2026. O que contradiz a sua promessa em 2022, que afirmou disputar o pleito apenas para tirar a extrema direita do poder (Bolsonaro).
Diante desse cenário, a esquerda mais um vez celebra o aniversário do seu maior líder brasileiro, mas ficará fadada sempre ao mesmo nome até quando?! Lula tem 80 anos, e não há sucessores em sua liderança. Haddad fracassou em 2018, Boulos é muito radical para maioria, Flávio Dino não trocará a estabilidade do STF para uma disputa eleitoral, Ciro, sem espaço mudou de lado; João Campos, ainda muito imaturo e sem expressividade fora de Pernambuco.
Refens de Lula, a esquerda sucumbirá a nova direita que surge, Tarcísio, Zema, Ratinho Jr, Eduardo Leite e no futuro Nikolas Ferreira. Ou renova, e forma novas lideranças ou será vencida.








