Se durante os dois último anos as pesquisas mostravam uma suposta vantagem nas intenções de votos para as eleições de outubro de 2026, em um cenário extremamente confortável para João Campos, o mesmo não tem acontecido nos últimos meses, gerando alerta para o campo oposicionista no Estado.
A governadora Raquel Lyra teve que conter as emoções de uma eventual desvantagem ao longo desse tempo e viu seu maior adversário estagnar, enquanto ela apresentou um crescimento exponencial, a partir de entregas da gestão no governo de Pernambuco.
Tal cenário trouxe inquietação da oposição a governadora. Se a antecipação eleitoral já era grande, os psbistas colocaram a “campanha na rua”, como se estivéssemos no meio do período das eleições. Uma metralhadora de acusações se instalou desde então, com o objetivo de gerar desgaste a imagem de Raquel.
Essa estratégia foi uma tentativa em vão de conter os desgastes gerados pelo caso do concurso para procurador do Recife e o processo de impeachment a partir disso. Mas mostra que as próximas pesquisas podem mostrar um cenário ainda mais desfavorável ao prefeito do Recife.
A primeira pesquisa de intenção de votos de 2026 sairá nessa quinta feira. Pode confirmar que o desgaste de João é maior do que o calculado pelos psbistas. As ações personificadas, os ataques coordenados mostram que há um desespero geral interno.
Há quem aponte que uma virada eleitoral pode se instalar até março. O retrato de amanhã pode mostrar uma virada já no levantamento espontâneo, que teve um empate técnico na pesquisa do ano passado.
A vantagem vista como esmagadora, e cantada como vitória por deputados e alidados da oposição, agora é vista como terreno frágil. O clima de derrota pode ser desolador para quem já se imaginava no Palácio do Campos das Princesas em 2027.








