Diante de um cenário eleitoral desfavorável para Lula no 1º turno e nas últimas pesquisas do 2º turno, e a 12 dias das eleições finais, onde seu adversário tem o superado, Lula realizou uma medida que tenta reverter sua popularidade onde ele possui maior rejeição: o pequeno empreendedor.
Na manhã de hoje (13) Lula sancionou medidas para o MEI (Microempreendedor individual) onde perdoou suas dívidas, aumentou o limite de faturamento para 140 mil, o que anteriormente era de apenas 81 mil, além de possibilitar a contratação de 2 funcionários, e um crédito de 5 mil reais.
Medidas essas nunca antes imaginadas no governo Lula, especialmente sobre o comando da pasta econômica sob os cuidados de Fernando Haddad (PT), que ficou popularmente conhecido nas redes sociais como “Taxadad” por implantar uma série de taxas no país.
O liberalismo clássico de Adam Smith e John Locke, defendem um ponto interessante: a livre concorrência, que possibilita a disputa de preços, ou seja, os vendedores disputam para vender mais barato, e atender ao público que procura a melhor opção.
Pois bem, parece que Lula, diante da concorrência (Flávio Bolsonaro) precisou tomar atitudes que contradizem sua política econômica, presente em suas gestões, e atesta, o que desde o século XVII Adam Smith defendia: a livre concorrência. Por mais que Lula e Haddad discordem dessa tese, ela ainda é a única que funciona na democracia liberal.








